Não caia antes da batalha final

Não desista

Quando tudo parecer perdido ou você estiver sentindo seu mundo desmoronar, pode parecer difícil conseguir enxergar algo bom ou alguma possibilidade de melhora.

 Se tudo é desesperador e você já não tem com quem contar, tudo a sua volta parece conspirar contra sua felicidade. Este sentimento de frustração é tão opressor que parece te esmagar.

Parece insano continuar, mas o mundo não premia os perdedores, aqueles que desistiram antes da batalha terminar. A vida só acaba com a morte. Entre o fracasso e a vitória há muita luta para travar antes que você possa realmente desistir.

Não desista antes de ter certeza que seu objetivo é inalcançável. Os grandes vencedores ainda resistiram mesmo quando todos diziam que era seu fim.

Não espere que a vida lhe sorria, vá atrás e arranque esse sorriso dela! Ao final de toda luta você vai ter merecido cada conquista.

 

Lute. Até o fim. E depois. Sempre.

A derrota é uma escolha sua

“O campo da derrota não está povoado de fracassos, mas de homens que tombaram antes de vencer.”
por Abraham Lincoln


Sonhos perdidos

Sonhador | © Showface

Em algum lugar entre o passado e o presente viviam sonhos que desejávamos que se tornassem realidade, sonhos que alimentavam nossas vidas e nos motivavam.

Hoje muitos de nós recordam deles com resignação, são sonhos não concretizados, frustrados e arquivados em alguma gaveta à muito esquecido na memória.

Nestes dias tão tumultos corremos de uma lado para o outro procurando tocar coisas mais imediatas; bens e necessidades para hoje e amanhã. Dia após dia vivemos mecanicamente e esperando a oportunidade para desarquivar aquilo que, como uma chama que antes ardia, hoje é como uma vela tremulando ao vento. Sonhos que fazemos questão de esquecer para não nos magoarmos.

E em que ponto exato aquele menino e menina sonhadores deixaram de acreditar que podiam realizar seus sonhos? Será que desistiram na primeira ou na última dificuldade? Teria sido a rotina ou a vida os teria levado por caminhos longe de seus sonhos?

Você tem todas as armas de que precisa

Sucker Punch

Se tiverem a oportunidade de ver apenas um filme este ano, procurem por “Sucker Punch: Mundo Surreal“, um filme de ficção com uma mensagem muito interessante.

Deixo hoje uma mensagem  retirada do filme para aqueles que estão se sentindo cansados de lutar, para os que sentem como se carregassem o mundo nas costas e que vivem com pesadas correntes prendendo seus pés.

Todo mundo tem um anjo!
Um guardião que cuida de nós. Nós não sabemos a forma que ele toma.
Um dia um velho, noutro uma menina.
Mas não deixe que as aparências enganem você, eles podem ser ferozes como um dragão, ainda sim, não estão aqui para lutar nossas batalhas, só para nos inspirar…
Lembrando quem nós somos.

Todos temos poder sobre o mundo que criamos.
Nós podemos negar que nossos anjos existem e nos convencer de que não são reais, mas eles aparecem de qualquer jeito nos lugares mais estranhos nas horas mais estranhas. Eles podem falar de qualquer jeito que se imagine e espantar demônios se for preciso, eles nos instigam e nos desafiam a lutar.

Quem honra aqueles que amam com a vida que levam?
Quem manda monstros para vir nos matar e ao mesmo tempo diz que nunca vamos morrer?
Quem nos ensina a verdade e como rir da mentira?
Quem decide pra que vivemos e por quem morremos para defender?
Quem nos acorrenta?
E quem guarda a chave que pode nos libertar?

É você!

Você tem todas as armas de que precisa, agora LUTE!

Arrogância é intolerância

Arrogante | Reprodução da internet

Vivemos em sociedade, mas isto não quer dizer que somos uma unidade, temos nossas diferenças (e muitas!) e vivemos nossas vidas da melhor forma possível sem interferir na vida dos outros.
Entretanto, você encontrará em nosso meio àqueles que acreditam estar acima da sociedade, que crêem serem melhores que todo o resto da humanidade, são os arrogantes.
A pessoa arrogante é também mal-educada e indiscreta, perturbando a ordem e desrespeitando os outros.
O arrogante não é humilde, normalmente, não entende nem o significado desta palavra, sente-se superior ao outro, seja economicamente, intelectualmente ou pela posição social que ocupa.
Por mais raiva que este tipo de pessoa possa provocar, no fundo fico triste quando vejo alguém assim. São pessoas que agarram-se a este comportamento para proteger seus sentimentos, evitam magoar-se ferindo os outros. Tudo que querem ouvir é um “Cê tá certo, doutô”.
Quando encontrar alguém assim, não existe razão para discutir, ele(a) vive num mundo só dele(a), cheio de certezas que você não poderia ousar derrubar. Então, poupe seu tempo e palavras.

Trajetória

Sozinho | © Peter Gustafson

De onde viemos e para onde vamos? Qual o propósito de cada um de nós nesse mundo? Tantas perguntas…
Quantos de nós não nos pegamos nesses questionamentos? Tanta alegria, tantos momentos ímpares e ao mesmo tempo, tanta dor, tantos sentimentos que oprimem o peito, que parecem doer de uma forma que nunca mais irá passar. Cicatrizes eternas no fundo de nossas almas, é a certeza que temos…

No olho do furacão é difícil entender, encarar com tranquilidade, ou ainda, nos conformar com nossa impotência.

Por que é que tem que ser assim? A pergunta ecoa na mente e não cessa, como se a resposta fosse surgir, se materializar por milagre. Não vai.

Tudo muda, até a própria mudança e só o que é imutável é a certeza de tal mudança. Tudo faz parte da sua própria trajetória nessa vida, nesse mundo, que é o que o torna único, e por pior que possa parecer o momento, nós não somos o mesmo rio de dois minutos atrás e é assim que tem de ser.

É bem provável que as adversidades que nos tomam de assalto sejam uma forma de algo superior nos lembrar que a inércia, para nós, é antinatural.

Tenha orgulho de sua trajetória, o acúmulo de adversidades nela, são seus troféus, erga-os com orgulho, pois você tem vitórias a comemorar, pois só vence quem transpõe desafios.

 

Meu nome é Talita Vulcão e eu confio na sua capacidade de superação!

Filme: As Aventuras de Pi

As Aventuras de Pi

As Aventuras de Pi, inspirado no livro de sucesso de Yann Martel, “A Vida de Pi”, conta a história de um jovem indiano que, após um naufrágio, luta para sobreviver em um bote salva-vidas ao lado de um Tigre-de-Bengala.

 

Filme: As Aventuras de Pi

As Aventuras de Pi

Assista o Trailer:

As Aventuras de Pi

Questão de Justiça

Questão de justiça | © Abdone

Sempre ouço várias pessoas lamentando-se de que “o mundo não é um lugar justo”. Essa queixa se repete em vários locais, vários círculos e até nas várias mídias de comunicação parece ser um consenso geral.

Eu, sou uma pessoa apaixonada pelo conceito de justiça, acho essa busca eterna pela retidão, pelo equilíbrio algo fascinante, por isso, compartilho agora, minha opinião a respeito, buscadora da justiça que sou.

Creio que ninguém aprecie ser injustiçado, na verdade é uma sensação péssima de frustração, impotência, ninguém gosta disso, porém, infelizmente, todos já passamos por isso, creio. A injustiça toma várias formas, e uma é especialmente comum: o fato de parecer que o mal sempre pesa mais que o bem. Explico: Você faz tudo certo, procura sempre dar o melhor de si, você faz noventa e nove por cento, porém naquele um por cento restante um erro ocorre e pronto, você não fez nada, será severamente punido pelo seu erro, isso é muito injusto.

Você, enquanto marido ou esposa, tenta fazer o possível, mas no momento da briga seu companheiro (a), só sabe dizer o quanto você falha e deixa a desejar em diversos aspectos. E todas as coisas boas que você já fez? Observe que nesse momento você se sente vítima de uma injustiça, mas também comete outra, pois ao sentir-se negligenciado e acusado de nada fazer certo, está também, deliberadamente esquecendo-se de todas as vezes que foi elogiado e encorajado pelo seu companheiro (a).

Mesmo que você seja uma pessoa que ainda não seja casado ou um solteirão convicto, não importa, o exemplo acima serve também para namoros, amizades, e para praticamente todas as relações familiares e pessoais existentes, onde esse tipo de discussão é comum.

Trago, então, a seguinte reflexão: Aspiramos tanto por justiça, mas o que fazemos para construí-la diariamente? Nós somos justos? Nós sabemos valorizar as coisas boas que os outros nos fazem, e quando eles nos aborrecem, lembramos disso e guardamos parte de nossa revolta e ira de modo a simplesmente entender que todos erram assim como nós, mas que aquela pessoa é também portadora de infinitas qualidades?

É uma tarefa árdua e muito difícil, a busca deste ideal, todo o mundo (injusto mundo), nos impele a agir diferente, e agindo dessa forma corremos o risco de sermos repreendidos, “tirados como otários”. Mas creio, que um primeiro e grande passo é parar de pensar “micro”, concentrar-se no “macro”, adotar uma perspectiva diferente. Afinal, uma nova sociedade melhor e mais justa só depende de pessoas comuns assim como nós.

Meu nome é Talita Vulcão e pretendo construir uma realidade mais justa para todos nós, mas não consigo sozinha, vocês me ajudam?

Você já errou hoje?

Escritório de Einstein poucas horas após sua morte

“Quem nunca errou nunca aprendeu nada novo.”
por Albert Einstein

Houve um homem que viveu em nossa época (1879-1955) e que tornou-se um dos mais conhecidos cientistas de todos os tempos. Suas teorias estavam muito a frente do conhecimento e da tecnologia para comprová-las.

Apenas nas últimas décadas foi possível comprovar a veracidade de algumas de suas teorias por meio de supertelescópios.

Nascido alemão e radicado nos Estados Unidos da América, Albert Einstein é mais conhecido por sua Teoria da Relatividade e pela famosa formula E = mc² que serviu de base para o desenvolvimento da bomba atômica.

Seu rosto é um dos mais conhecidos em todo o mundo e seu nome tornou-se sinônimo de inteligência, mas ele nem sempre acertou.

Einstein falhou ao tentar juntar a segunda lei da Termodinâmica com as leis da mecânica, tentou separar tempo de espaço e alterar apenas um, não acreditou em buracos negros e não acreditou quando sua própria teoria concluiu que o Universo estava em constante expansão.

Quanto a esta última, Einstein achou que houvesse alguma falha em sua lógica ao crer que o Universo era estático. Acabou incluindo uma variável “Lambda” que poderia concluir que o Unverso estava em expensão ou estático.

Durante a Segunda Guerra Mundial, Albert Einstein chegou a apoiar a construção da bomba atômica mas, ao final dela, defendeu o desarmamento dos países e veio a tornar-se um pacifista.

Um homem brilhante, que mudou o curso da História e os rumos da humanidade também teve dúvidas e errou. Entretanto, isto não o impediu de expor suas ideias e colaborar para o progresso científico do nosso mundo.

Quem nunca errou nunca aprendeu nada novo.

Ser ou não ser: Dona de Casa e Mãe em tempo Integral…

Do lar?

Ao ver um post de uma amiga no Facebook sobre 10 coisas que não se deve dizer a uma mãe que é dona de casa em tempo integral, ou seja que não trabalha fora de casa, vi surgir nos comentários a repetição de uma questão que há muito aflige todas as mulheres e, penso eu, ainda está muito distante de ter alguma solução efetiva.

Sim, a mulher que hoje em dia abre mão da vida profissional em prol de cuidar de seu lar e filhos é muito mal vista, a sociedade a acha uma inútil, uma encostada, uma sanguessuga. Como já apontei em textos anteriores, a mulher hoje em dia tem de fazer tudo, tem de ser excelente profissional, bem remunerada e bem sucedida profissionalmente, além é claro de dona de casa exemplar, esposa dedicada e mãe perfeita, o que é humanamente impossível.

Vejam que nos dias de hoje, os próprios homens em sua maioria, se recusam a sustentar mulheres donas de casa, e se o fazem, exigem uma escrava, pois muitas vezes não lavam nem um copo, por pensar que: “Se a mulher está em casa deve fazer tudo, afinal é por isso que não trabalha.”

A desvalorização do trabalho doméstico é tamanha que, até nós mulheres, nos convencemos do quanto se dedicar apenas a esse tipo de atividade é algo simples e inútil, pois aceitamos esses argumentos e os repassamos em um massacre moral as nossas vizinhas, colegas e amigas, que optam por ficar em casa.

Na verdade, nos tais comentários observei que a maioria das mulheres entende que ser mãe em tempo integral, que dedicar-se ao lar e aos filhos integralmente seria o melhor para a criação e desenvolvimento desses, porém, algumas admitem que “não conseguiriam”, ou “não aguentariam”, porém a maioria tem medo. Medo sim, pois com filhos crescidos teria de voltar ao mercado de trabalho e isso seria quase impossível, pois estariam desatualizadas. Afinal, ter sido dona de casa e mãe nos últimos 15 anos não dá emprego a ninguém, além do principal temor de ser “abandonada” pelo marido, pois dessa forma seria obrigada a voltar a trabalhar, com filhos para criar, traumatizados pela separação e o sentimento de que “fracassei” e que “nada valeu a pena”.

O relato do abandono é muito comum, a maioria das mulheres diz que não confiam em seus companheiros e que largar a vida nas mãos do marido é muito arriscado, nesse momento, adoraria dizer que este medo é infundado, ou ainda que assumir uma vida em comum compreende realmente colocar-se nas mãos do outro e confiar, afinal a base de todo relacionamento é a confiança. Porém, não posso sustentar esse ponto de vista pois, infelizmente, não é assim que acontece em muitos casos. O exemplo disso é que em um dos comentários, uma mulher contou sua história pessoal, narrando como foi abandonada e trocada pelo marido e como sua escolha de dedicar-se integralmente à família não lhe rendeu bons frutos.

Paralelo a essas questões relacionadas à vida profissional, também permeiam questões da vida social, sobre como a mulher que dedica-se ao lar torna-se “fútil” e “alienada”, argumenta-se: “Você não sente falta de falar com adultos?”. Lamentável como as pessoas tendem a julgar o modo de viver das outras ao invés de se preocupar com suas próprias decisões e suas próprias vidas, muitos pais e mães que se dedicam muito a seus empregos e carreiras queixam-se de não verem seus filhos crescerem e que o diálogo em casa não existe, mal se lembram qual foi a última vez que sentaram e conversaram com os mesmos. Além, é claro, de haver nesse discurso uma subestimação da mente infantil, como se uma criança não pudesse em nada acrescentar a um adulto, o que é uma absoluta inverdade, afinal, o Mestre Jesus disse: “Vinde a mim as criancinhas”.

Os padrões de comportamento de uma sociedade realmente igualitária, ainda estão sendo construídos, e dessa forma nós homens e mulheres ainda estamos em adaptação às novas realidades e demandas.

Deixo então as seguintes reflexões:
Às mulheres: É muito nobre abrir mão de uma carreira e de outros tipos de realizações que podem vir da mesma em prol de sua família. A sua supervisão direta na educação e desenvolvimento dos filhos faz realmente toda a diferença, mas toda escolha implica em uma renúncia, assuma as consequências de suas decisões, sempre, para o melhor e também para o pior.

Aos homens: Quando pensar em dizer que se recusa a “bancar sua mulher”, ou que toda mulher tem de trabalhar e ajudar nas despesas, questione-se: Você é capaz de assumir ainda que em cinquenta por cento, todas as tarefas domésticas e de educação dos filhos? Caso a resposta seja não, permaneça em silêncio.

A ambos: O respeito mútuo é fundamental, cada um sabe de si, cada família se organiza conforme suas necessidades e possibilidades, não critique as decisões dos outros pelo simples fato de serem diferentes das suas.

Meu nome é Talita Vulcão e acredito que, com um exercício diário de tolerância e sabedoria, às próximas gerações viverão com menos conflito e com relações mais saudáveis.

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