Preze os amigos

29 de novembro de 2008
Há 2 espécies de chatos: os chatos propriamente ditos e … os amigos, que são os nossos chatos prediletos. (Mário Quintana)
 

Um dos provérbios da Bíblia que diz que há amigos mais chegados que irmãos. E um ditado diz que os amigos são os irmãos que escolhemos. Os amigos são realmente como irmãos, algumas vezes até mais próximos.
São os amigos que nos ajudam a carregar os pesados fardos que a vida nos obriga a carregar. Quando compartilhamos nossos problemas, tudo parece mais simples.
Ao lados dos amigos, os momentos felizes são mais intensos. Basta notar que sempre lembramos de chamar um amigo para ir a algum lugar especial, ou só para fazer compania. Até mesmo ficar sem fazer nada é melhor ao lados dos amigos.
Os amigos compartilham a alegria de suas vitórias e são eles que te ajudam a se levantar quando você cai.
Estou falando de amigos de verdade, daqueles que não se magoam com uma falta sua, não se irritam com seu stress, nem te usam para suas próprias vontades. Estes são aqueles que nos dizem a verdade, e a quem podemos contar nossos temores sem nos preocuparmos de sermos ridículos.
Os amigos de verdade são raros, difíceis de encontrar hoje em dia. Há pessoas que confundem companheirismo com amizade, julgam colegas como amigos. Um colega, segundo o Dicionário Aurélio, é uma pessoa que pertence a mesma corporação ou é um companheiro de escola.
Depois de entender a definição de colega, veja a definição de amigo: aquele que é simpático, acolhedor, aliado, companheiro, colega, defensor, protetor, apreciador, admirador e simpatizante. Bastante coisa, não?
Então, conhecendo as duas definições, você acha que tem tantos amigos quanto pensava que tinha? Note que um amigo pode ser um companheiro e um colega, mas um colega ou companheiro não é um amigo. Pelo menos ainda não…
O seu companheiro ou colega pode se tornar seu amigo sim, mas não necessariamente. É importante você saber escolher seus amigos, como nossos pais: cuidado com as amizades! Quase todos tem alguma história de traição de um “amigo”. Por este motivo existe a expressão “amigo da onça”. Se seu amigo só gosta de estar com você nas baladas, noitadas e curtição, fique atento, você pode tê-lo considerado um amigo, mas a recíproca pode não ser verdadeira.
O filósofo Confúcio disse que “para conhecermos os amigos é necessário passar pelo sucesso e pela desgraça. No sucesso, verificamos a quantidade e, na desgraça, a qualidade”.
Se você tem um grande amigo, cultive essa amizade. Procure se esforçar para estar com seus amigos e não deixe que a distância os separem. Não há nada mais triste do que amigos que se tornam como estranhos após muito tempo. Dentre as coisas mais importantes da vida, cultivar amizades é a que, provavelmente, traz mais benefícios.
 
Meu nome é Lucio Antoniolo, e eu sou mais um cara que acredita!

 

Momentos de decisões

17 de novembro de 2008
“Gênio é 1% de inspiração e 99% de transpiração”. (Thomas Edison)
 
Há alguns momentos em nossa vida profissional nos quais as decisões que tomamos repercutem por longos períodos. Sair ou não do emprego, ir ou não para outro Estado, pedir ou não aquele aumento. São decisões importantes que tomamos sempre baseadas no momento que vivemos. Um faculdade para pagar, um filho recém nascido, um casamento à frente ou perspectivas positivas no trabalho nos fazem ou nos forçam decidir sobre algo que influenciará nosso futuro.
O problema das decisões tomadas baseadas nas circunstâncias são a falta de visão do todo. Nem sempre o fato do seu chefe ter saído da empresa e você ser, teóricamente, o próximo da fila, garante que você ocupará o lugar dele. Assim como o fato de estarem demitindo todos à sua volta garante que você será demitido também.
O que você precisa saber é se a decisão que você está prestes a tomar são baseadas no medo, incerteza, excesso de confiança, informações equivocadas ou a mais pura verdade e certeza. De fato, você não precisa conhecer toda a verdade e ter certeza absoluta sobre a decisão que vai tomar. Basta que você acredite que pode conseguir e ter consciência de que poderá corrigir qualquer erro que venha a cometer na sua tentativa.
Tudo que precisa saber é que os erros que cometeu até agora e os que cometerá no futuro lhe preparam para ser melhor e que você pode mudar sua condição atual sempre que quiser.
Não tenha medo de mudar de emprego, de pedir aumento de salário ou de ir para outro Estado. Só tenha medo de não ter sido você quem tomou a decisão, de ter deixado para depois e alguém tê-lo feito ou você ter tomado a decisão precipitadamente ou baseado em medo ou incerteza.
Lembre-se de que Thomas Edison queimou milhares de lâmpadas antes de conseguir um filamento fino o bastante para manter-se aceso e que não queimasse. E quando foi questionado sobre a quantidade de vezes que havia errado, ele responseu simplesmente que havia conseguido descobrir milhares de formas de como não se acender uma lâmpada, que estava esgotando as formas erradas e logo encontraria a forma certa de acender.
 
Meu nome é Lucio Antoniolo, e eu sou mais um cara que acredita!

Por que os heróis são criticados e os medíocres exaltados?

9 de novembro de 2008

Certa vez, um homem abnegado ao propósito do bem comum se revoltou com as pessoas a sua volta, pois via que elas exaltavam a mediocridade e criticavam o heroísmo. Heroísmo que por vezes ajudou a salvar tantas vidas, dentre elas a de muitos que agora o difamavam.

Mas o que configura o heroísmo? O que define o herói? Será que esses homens que sacrificam suas vidas em prol de outras fazem isso por reconhecimento? Por aplausos? Por uma medalha?. Não, com certeza não, ninguém escolhe ser um herói, pois o verdadeiro herói não almeja a fama, o reconhecimento ou a fortuna. O verdadeiro herói carrega em seu peito uma terrível responsabilidade, a responsabilidade de conhecer a verdade, de saber que aquilo que ele faz precisa ser feito, mesmo que todos a sua volta não o entendam; a responsabilidade de saber que aquilo que ele fala é preciso ser dito, mesmo que muitos o ignorem; a responsabilidade de saber que aquilo que ele escreve precisa ser registrado, mesmo que muitos, dele discordem.

O verdadeiro herói dificilmente é reconhecido em vida, como poderia se esta à frente de seu tempo? O verdadeiro herói geralmente é criticado, aprisionado, torturado, espancado, apedrejado, enforcado, crucificado e morto por aqueles que salvou.

Massacre da Praça da Paz CelestialSomente com o passar dos anos e com o evoluir das mentes e dos corações humanos, se constata aquilo que o herói sempre soube, que seu sacrifício, sua luta, suas palavras e textos foram cruciais para a história da humanidade. Quando essa verdade vem à tona, os vilões recebem o status de heróis; suas famílias recebem medalhas póstumas e bandeiras; a data de seu nascimento se torna um feriado nacional; praças públicas recebem seu busto; escolas recebem seu nome e os livros enaltecem sua história. Tudo para tentar redimir aqueles que por ele e suas ações foram salvos e como pagamento o perseguiram, aprisionaram e assassinaram.

Um herói, portanto não espera o reconhecimento, ele sabe que não o terá, um herói apenas faz o que tem que fazer, sem chorar, sem ter pena de si mesmo, sem incerteza e sem arrependimento. Pois ele sabe ser o único com discernimento para visualizar e entender o mundo a sua volta. Com certeza estamos aqui hoje devido a inúmeros heróis, que se sacrificaram por nós, e que por nós foram mortos. 

E você? Quantos heróis já matou hoje? 

Meu nome é Carlos Magaldi, e é nisso em que eu acredito !!!

Inveja - O combustível dos incompetentes

8 de novembro de 2008

Alguns de nós vivem atrás de mais sucesso, mais dinheiro, mais felicidade e tudo mais que a vida pode nos dar de melhor. Por vezes alcançamos nosso objetivo, mas sem ficarmos satisfeitos. Esse é um princípio básico da vida: nunca podemos estar contentes com o que temos. Pelo contrário, devemos estar sempre em busca de algo melhor. Isto é o que nos mantém vivos, em movimento.

Porém, nem sempre alcançamos nossos objetivos plenamente ou os vemos muito distantes. E há pessoas à nossa volta que, muitas vezes, buscam coisas iguais, compartilham os mesmo desejos mas que, diferentemente de nós, os realizam. É aí que, as vezes, revelamos uma das piores faces do ser humano: a inveja.

O desejo não realizado frente a conquista do próximo faz brotar um sentimento cruel, que corroe o íntimo. O invejoso fica remoendo as vitórias dos outros, atormentado por não poder realizar seus próprios sonhos.

O mais interessante deste sentimento é que, nem sempre, o alvo da inveja é algo que desejávamos antes. As vezes, a conquista do outro não estava entre os planos do invejoso, mas este passa a sentir-se como se tivesse sido ultrapassado, deixado para trás.

O combustível dos invejososPior ainda quando o “dono do alvo da inveja” passa a ser enaltecido pela conquista. As pessoas próximas passam a adimirar a conquista, fazendo o invejoso calar-se na sua insignificância. Sendo “proíbido” de manifestar sua inveja, faz uma piadinha de mau-gosto, como que inocentemente. Alguns até sorriem, mas percebem a real intenção dele: menospresar a conquista do outro.

Curiosamente, o invejoso costuma dizer que não faria daquela forma, não se sujeitaria àquele emprego, que não compraria àquele carro ou àquela casa, mas se estivesse nas mesmas condições e situações faria igual.

Infelizmente, no mundo que vivemos hoje, todos querem as mesmas conquistas do outro, mas ninguém deseja passar pelos mesmos sacrifícios. Querem o que você tem, mas não querem fazer o mesmo que você: estudar muito, trabalhar arduamente, ter responsabilidades imensas, passar privações e dedicar-se a realizar seus sonhos.

Deixe que falem sobre sua última conquista, quando lhe jogarem àquela piadinha maldosa, responda com um sorriso. Será uma mensagem subjetiva ao invejoso: fale o que quiser, eu estou feliz!

Meu nome é Lucio Antoniolo, e eu sou mais um cara que acredita!

Você só reclama?

27 de outubro de 2008

Diga um \Tem gente que passa a vida inteira reclamando que não teve oportunidade, falando sobre como a vida é difícil e sonhando com uma vida melhor. Não que sonhar com uma vida melhor seja ruim, pelo contrário. Sonhar nos faz sintonizar em nossos pensamentos o que desejamos.

O problema está na reclamação, em como as palavras que dizemos se tornam verdade ao proferí-las com convicção. Muitos não entendem muito bem como funciona essa força, mas afirmam que realmente as palavras tem poder. Na verdade, não há nada de sobrenatural ou mágico nessa afirmação, nossos pensamentos são guiado por vezes pelo que costumamos dizer.

Aí é que está a maior parte dos problemas de nossas vidas. Se as palavras são como sementes que plantamos, que frutos você imagina que irá colher de uma árvore chamada “raiva” ou “amargura”?

Viver não é fácil mesmo, mas viver falando sobre tristezas, dificuldades e ódio não ajudam em nada. Se as palavras que saem da sua boca forem ditas com verdade, você poderá influenciar sua vida e de outras pessoas negativamente.

Há uns anos atrás, entendi que as pessoas não querem saber de seus problemas quando perguntam “como vai você?”. Muita gente não percebe que este é apenas um cumprimento que se segue ao “Oi!” ou “Olá!” e serve apenas para iniciar uma conversa. Mas tem gente que já emenda logo: “Ah! Vai mais ou menos, tive um problema assim ou assado…”.

Não preciso nem dizer como se sente o interlocutor tendo que lidar com uma pessoa negativa dessas logo de cara. Ele pode até se importar com seus problemas e querer lhe ajudar, mas entrar na conversa despejando os problemas nos outros não é agradável.

Se o peso de seus problemas estiverem lhe incomodando, procure ajuda e diga ao outro o que espera dele, se é um desabafo ou um conselho.

Dá próxima vez que encontrar alguém, não comece pelos problemas.

Meu nome é Lucio Antoniolo, e eu sou mais um cara que acredita!

Como usar melhor o tempo de deslocamento

18 de outubro de 2008

 

Nas grandes metrópolis do Brasil a população é obrigada a se deslocar grandes distâncias de casa para o trabalho. Junte a isso os engarrafamentos e o transporte irregular e teremos longas horas improdutivas de milhões de pessoas.
Para não deixarmos de falar do lado econômico desse mal moderno, vejamos o impacto na vida de um trabalhador com salário de R$ 500,00. Se esse trabalhador mora a uma hora do trabalho, gasta duas horas de deslocamento por dia. Se trabalhar se segunda a sexta, terá gasto dez horas dentro de um ônibus, trêm, metrô ou barca. Isso representa, no caso desse trabalhador, R$ 20,80 por semana, considerando que o valor de sua hora de trabalho é R$ 2,08.
Mensalmente, o trabalhador terá deixado de ganhar R$ 83,20 por causa das horas de deslocamento, representando 16,64% de seu salário. Parece pouco, mas equivale a quase dois salários a mais num ano de trabalho (R$ 998,40).
Se esse trabalhador pudesse reverter essas horas de deslocamento em dinheiro, teria na mão R$ 998,40 ao final de um ano! Considerando que ele aplicasse essa quantia por cinco anos (60 meses), a taxa de 5% ao mês, terá conseguido R$ 18.649,30 (segundo calculadora do Banco Central). Imagine quem gasta três horas de deslocamento, imagine quem ganha um pouco a mais…
Pois bem, você pode estar se perguntando como reverter esse tempo de deslocamento em dinheiro. Há muitas formas de você se beneficiar dessas horas, basta pensar de forma diferente.
Se você costuma dizer que não tem tempo para fazer cursos ou para estudar, pode pensar que está numa sala de aula ambulante. Pense que você não está deixando de fazer dinheiro, mas sim que está investindo tempo e dinheiro em aprendizado. Leia livros técnicos ou faça cursos de idiomas (desses de revista mesmo). É uma boa maneira de usar seu tempo.
Há algumas pessoas que criam amizade em ônibus. Além do fato da própria amizade ser benefícia, se você tem aptidão para vendas, promova algum produto como cosméticos, lingerier, doces caseiros etc. Veja o exemplo do empresário Silvio Santos, o Homem do Baú. Ele começou aos dez anos vendendo capas de plástico para documentos nas ruas do Rio de Janeiro. Depois, enquanto trabalhou na Rádio Continental de Niterói, anunciava produtos na barca Rio-Niterói através de um serviço de anúncios a bordo. Também aproveitava a longa demora e vendia refrigerantes e cervejas dentro da barca. O resto da história todo mundo conhece.
Ainda assim, se você não tem aptidão para o comércio e não pode ler em ônibus, considere dormir um pouco. Se você tem oportunidade de dormir um pouco no trajeto casa x trabalho, pense que está “pagando” uma diária num hotel barato só para repor as energias. Alguns minutos de sono podem fazer diferença na rotina de alguém que acorda cedo ou dorme tarde.
Se nada disse lhe parece interessante, apele para a música, ouça rádio ou compre um MP3 player. Hoje com preços mais acessíveis, podemos carregar horas de música num aparelhinho que cabe facilmente no bolso. É provado que a música faz bem para a mente, além de ser um excelente passa-tempo. Faça sua vida ter uma “trilha sonora”. Garanto que ao final da viagem você poderá estar se sentindo melhor do que viajar sem música.
Pense em outras formas de aproveitar melhor seu tempo de deslocamento. Há sempre alguma coisa mais interessante do que vegetar olhando para o teto do ônibus.

Meu nome é Lucio Antoniolo, e eu sou mais um cara que acredita!

 

Manter o que temos, deve-se a um processo de eterna reconquista e merecimento !!!

6 de outubro de 2008

Sabe aquele brinquedo que quando criança você importunou os seus pais  para ganhar de presente de aniversário ou mesmo no natal?

Aquele brinquedo que você sonhou durante dias e noites imaginando como sua vida seria mais feliz quando o tivesse.

É, aquele mesmo, pelo qual você se aplicou mais na escola para tirar boas notas, comeu legumes sem reclamar e se comportou melhor, apenas para provar que era merecedor dele.

Lembra quando você finalmente o recebeu, como foi maravilhoso?

Aquele deve ter sido um dos dias mais felizes de sua vida, certo?

E os dias que se seguiram, como foram felizes como você brincava com ele, como você contava os minutos para voltar da escola e poder estar com ele.

Mas o tempo passa, não é ?

Quanto tempo demorou para você esquecer daquele brinquedo ?

Quanto tempo demorou para ele não ser mais tão divertido, tão perfeito ?

Quanto tempo demorou para ele não te trazer mais tanta felicidade e ser colocado de lado num canto qualquer ?

Aquilo que parecia ser tão importante, a razão de sua vida e de sua felicidade, a sua motivação que o ajudava a ser uma pessoa melhor, passou a ser apenas uma “tralha velha” em seu armário.

É, mas por que se preocupar, isso é coisa de criança, afinal hoje amadurecemos, somos adultos não usamos mais brinquedos… será que não ?

Quantas pessoas já atraímos para nossa vida ?

Quantas pessoas desejamos tanto, que o simples fato de tê-las, representava a conquista da nossa felicidade ?

Por quantas pessoas nos tornamos melhores apenas para conquista-las ?

E quando as conquistamos, como nos tornamos felizes, como a vida ganha sentido, como ficamos contando os minutos para vê-la novamente ?

E depois ? Quanto tempo levou para esquecermos essas pessoas ?

Quanto tempo levou para elas não serem mais tão perfeitas para nós ?

Quanto tempo levou para não sermos mais tão felizes ao lado delas ?

Quanto tempo levou para deixa-las de lado, abandoná-las em um canto qualquer, como um brinquedo velho ?

Quanto tempo levou para nos interessarmos por outros brinquedos ?

Diferente dos brinquedos, as pessoas possuem sentimentos.

E como diz a obra literária de Antoine de Saint-Exupéry, entitulada “O Pequeno Príncipe”: Seremos sempre responsáveis por aquele que cativamos.

Mas em que ponto essa responsabilidade se torna um fardo ? Uma dura e pesada obrigação ? Uma prisão ?

O que aconteceu ? Onde esta a euforia, o encantamento e a paixão de antes ?

Talvez não exista uma resposta clara para perda ou desgaste de tal desejo ou sentimento, mas com certeza existe uma forma de contorná-lo. Evoluindo, melhorando, mudando, aprendendo, transformando-se.

Todas as espécies vivas que existem atualmente são aquelas que desenvolveram a capacidade de evoluir e de se adaptar a novas condições do meio ambiente a sua volta.

O Ser Humano irá sempre buscar evoluir, e a cada passo em sua evolução, agregar a sua vida coisas melhores, substituindo tudo aquilo que for obsoleto, infelizmente estendendo isso as pessoas a sua volta, uma característica cruel, porém inevitavel para o processo evolutivo. Dessa forma, podemos ignorar tal fato e aguardar o inevitável, ou abandonarmos a inocência e agirmos.

Afinal o problema não se restringe a “criança malvada” que deixa o seu “brinquedo velho” de lado, mas em parte, também está no “brinquedo”, que não se modifica, não evolui e não atende as novas necessidades e anseios de felicidade gerados pela evolução da “criança”. Portanto, para manter aquilo que conquistou: Evolua; Melhore; Mude; Aprenda; Transformando-se.

Pois mesmo um pequeno detalhe pode fazer toda a diferença, e manter o que temos, deve-se a um processo de eterna reconquista e merecimento, tanto da parte da “criança” quanto da parte do “brinquedo”.

Quem busca sempre o “novo” e o “melhor” para si, deve primeiro estar disposto também a sempre se renovar, melhorar e evoluir. Para que seja merecedor de suas conquistas, e para que em sua vida consiga mantê-las.

 

Meu nome é Carlos Magaldi, e é nisto em que acredito !!!

Acredite

29 de setembro de 2008

“Nenhum homem alguma vez atingiu sucesso valioso que não tenha, uma vez ou outra, se encontrado com pelo menos um pé balançado bem em cima da beira do fracasso.”
Napoleon Hill

Não há quem não tenha ficado, ao menos uma vez, com uma perna pendurada num abismoQuantas vezes você acreditou em algo e aquilo se tornou realidade? Não muitas vezes? Talvez não tenha acreditado de verdade que aquilo era possível.
Nossa mente busca nos proteger das desilusões e frustrações, nos fazendo deixar de acreditar que algo seja possível. É o medo natural de sofrer que nos faz recuar e desistir de algo onde há uma chance de não dar certo.
O que nossa mente muitas vezes desconsidera é que todos temos a mesma chance de conquistar o que queremos. Não há nada que nos diferencia, apenas o fato de uns acreditarem no sucesso mais que outros. Isso é o que nos torna diferentes, que faz uns assalariados e outros milionários.
Como disse Napoleon Hill certa vez, nenhum homem alguma vez atingiu sucesso valioso que não tenha, uma vez ou outra, se encontrado com pelo menos um pé balançado bem em cima da beira do fracasso. Em outras palavras, não há conquista que não tenha seu risco. Pequeno ou grande, há sempre um risco de algo não dar certo.
O que eu considero um risco exagerado, pode parecer banal para outros. Somente você pode decidir quais riscos pode correr, mas é fundamental que saiba que deve considerar bem antes de desistir de algo. Você pode “ter um dos pés balançando na beira do fracasso”, mas o outro pé pode estar bem próximo do sucesso. Pense nisso.
Se falta algo em sua vida, use o equipamento mais poderoso que existe atualmente: sua mente! Pense! Use-a sem moderação, sonhe e acredite neles.

Meu nome é Lucio Antoniolo, e eu sou mais um cara que acredita!

Por Quê ?

22 de setembro de 2008

Quantas vezes parecemos perder o sentido de nossas vidas.

 

Quantas vezes o simples ato de se levantar pela manhã parece necessitar de um significado, de um “Por quê ?”.

 

Infelizmente, em muitas dessas vezes não conseguimos encontrar a resposta, ao menos não uma que nos pareça convincente.

 

Quanto mais buscamos um sentido para nossas vidas, mais questionamentos parecemos encontrar e mais afastados de um significado parecemos estar.

 

Esse é um caminho perigoso, que pode acabar nos levando a perda total de nossas convicções e progressivamente a depressão.

 

E o mais assustador é que tudo isso pode ter início em uma única pergunta, “Por quê ?”.

 

Parando para observar uma criança questionando um adulto, eu percebi que as maiores convicções que possuímos não conseguem prevalecer a no máximo 10 (dez) desses questionamentos. Entenda ao que me refiro:

 

            Criança: Papai por quê (1) o céu é azul ?

            Adulto:  Bom filho, tem a ver com o reflexo da luz do sol no vapor d’água existente na atmosfera.

 

            Criança: Por quê (2) ?

            Adulto:  Bom filho é uma lei da física, eu acho.

 

            Criança: Por quê (3) ?

            Adulto:  Por quê Deus quis assim e pronto !

 

            Criança: Por quê (4) ?

            Adulto:  Ele deve gostar da cor azul.

 

            Criança: Por quê (5) ?

            Adulto:  Olha filho eu não sei, eu não sei, vai perguntar para sua mãe.

 

            Adulto (Murmurando consigo mesmo, “entre os dentes”): Por quê será que o céu é azul ?

 

Esta vendo, uma simples criança curiosa, municiada com uma única pergunta, um “Por quê ?”, pode por abaixo as certezas e convicções que pareciam ser tão simples e concretas na cabeça de um adulto. O que fazer então ? Não existem certezas ? Não existe verdade ? Não existe sentido para as nossas vidas ? No que iremos nos apoiar então ?

 

As palavras, todas elas, tem poder, e este em particular é o poder do questionamento “Por quê ?”. Como podemos nos proteger desse poder ? Como podemos evitar que esse pequeno questionamento destrua nossas convicções ? Talvez a melhor e única saída seja a de não se questionar muito sobre aquilo que queremos ou mesmo sobre o que acreditamos, afinal acreditar, ter fé, consiste exatamente em não necessitar de provas para nossas convicções, ou seja, não precisar de se perguntar o “Porque”, simplesmente acreditar.

 

Porém não precisamos temer o poder dessa palavra, na verdade podemos usá-lo em benefício próprio. Como ? Fácil, pense em algo na sua vida que seja desagradável e se questione o “Por quê ?” de agregar esse desprazer a sua vida, é possível que a primeira resposta seja quase automática e pareça ser bem convincente, mas assim como a criança do exemplo, seja perseverante e continue a se questionar, vamos ver se os problemas de sua vida sobrevivem ao teste dos 10 (dez) usos seqüênciais do “Por quê ?”. O problema não esta no questionamento, mas sim naquilo que questionamos, use o poder do “Por quê ?” em seu benefício e Boa Sorte !!!

 

“Meu nome é Carlos Magaldi e é nisto em que eu acredito !!! … Por Quê ?

(rsrsrsrsrsrsr = risos do autor !!!)”

 

Quem você é agora?

10 de setembro de 2008

É possível que neste exato momento de sua vida você esteja sentindo-se incapaz, achando que não pode alcançar seus sonhos. Você pode não estar enxergando a saída para seus problemas ou pensando que nunca mais terá paz.

O pior é que isso tudo pode ser verdade, você realmente pode continuar a viver sua vida exatamente como tem feito. O que você faz hoje é reflexo de tudo que fez no passado. Seus medos, suas virtudes, suas manias, seu humor e tudo mais que possa observar em você, só é possível existir hoje porque você incorporou isso ao seu ser com o passar dos anos.

Cada experiência vivida contribui para mudar você um pouco mais; para o bem ou para o mal. O que torna a experiência boa ou ruim é como você a trata. Se algo de ruim lhe acontece, você pode escolher ser afetado ou não. Literalmente.

Enquanto estivermos vivos, não há como fugir dos problemas da vida. Falo só dos problemas porque ninguém reclama de ter recebido dinheiro, conseguido um emprego melhor ou comprado aquele bem que desejava, ou reclama?! Reclama sim. E este é o ponto: tem gente que reclama de ter coisas boas, da mesma forma que tem gente que reclama de coisas ruins.

Tudo está na forma que você recebe as coisas que lhe ocorrem. Se você reclama de coisas ruins, estará dando atenção a elas, fazendo-as se tornarem maiores que são. E nesse momento você já terá marcado sua vida negativamente, será mais uma memória (ainda que inconciente) que lhe limitará futuramente. Essa marca poderá se tornar um medo infundado, um preconceito ou uma mania.

Então, quando estiver de frente para um problema ou se sentindo incapaz pare e pense se sua dificuldade de resolver determinado problema se deve a alguma atitude limitadora de seu passado. Pode ser que o problema seja algo realmente novo, mas a falta de capacidade de sair dele provavelmente estará ligada a algo que você não soube lidar na sua vida.

Meu nome é Lucio Antoniolo, e eu sou mais um cara que acredita!