“Somos feitos de carne, mas temos de viver como se fôssemos de ferro.”
por Sigmund Freud
Houve um tempo na história que o homem era responsável, sozinho, pelo seu sustento. Uma época onde era preciso plantar, colher e viver do seu próprio esforço.
Após a Revolução Industrial as mudanças tecnológicas e culturais se aceleraram, chegando ao que conhecemos com Idade Contemporânea. Nossa época se difere das anteriores, principalmente, pelo trabalho. Basicamente, não havia emprego, trabalhava-se para si mesmo.
Felizmente, o mundo vive de mudanças e nós sempre nos adaptamos às mudanças. Porém, os novos tempos trouxeram para o trabalho a competição. Mesmo nas áreas mais especializadas do trabalho, sempre vai haver alguém que pode tomar seu lugar. Isso causa em nós uma sensação de incerteza, como se pudéssemos perder o emprego a qualquer momento.
A competição tem feito as pessoas acreditarem que precisam ser as melhores em tudo sempre. Não é verdade. Você não precisa acertar sempre, ganhar sempre ou saber tudo.
Não é saudável estar sempre em constante estado de tensão, há pessoas adoecendo por isso. Há quem não perceba, mas somos feitos de carne. Freud já dizia que temos que viver como se fôssemos feitos de ferro. Não viva sua vida como se você fosse feito de ferro, você não o é. Cometa erros, emocione-se, simplesmente viva.
Não deixe que seu emprego te faça pensar e agir como se fosse uma máquina. Trabalhe duro quando for preciso, siga “as regras” da sociedade, mas ainda seja você.
Meu nome é Lucio Antoniolo, e eu sou mais um cara que acredita!
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Sobre Lucio: Lucio Antoniolo é formado em Ciência da Computação e é Analista de TI em uma empresa pública. Mesmo trabalhando com ciências exatas, prefere o complexo mundo das relações humanas. Gosta de viagens, filmes e tecnologia. É casado e tem um filho. |

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Concoro plenamente de quer adianta vivermos como se fossemos de ferro, o final de todos será igual depois ae pessos morrem e de que aiantou todo aqueli esforço que ela fez, as vezes ela poderia ter aproveitado a vida de uma forma intensamente, mas deixou isso de lado para fazer obrigações como se fosse de ferro.
Ana acho que o mais apropriado na vida é “moderação”. Devemos levar a vida dando atenção para cada uma das coisas, sem exagerar em nenhuma área.
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