Lucio Antoniolo Em 28 - junho - 2009

Tem gente que passa a vida gabando-se de ser auto-suficiente, de nunca precisar de ajuda. Algumas pessoas se acham diminuídas quando pedem auxílio, como se fossem piores que os outros por estar sendo ajudada. Se você crê, assim como as pessoas que citei, que ser ajudado é demérito, deveria repensar seus conceitos.

Ajude

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Não é bom que as pessoas sejam completamente dependentes das outras, mas o que seria do mundo se cada um de nós decidisse que iria se virar sozinho, sem ajudar o outro e sem ser ajudado? Possivelmente, o individualismo consumiria todas as iniciativas que visassem crescimento, bem-estar e saúde que fossem comum a todos nós.

Não se prive de ser ajudado, não ache ao pedir ajuda você estará se expondo. Reconhecer a própria fraqueza e ter humildade de pedir ajuda é uma das maiores virtudes que alguém pode ter.

Por outro lado, torne-se acessível para os que necessitam de ajuda, deixe que venham até você e peçam seu auxílio. Seja receptivo e forneça ajuda de bom grado.

Você só deve ficar atento às pessoas que voltam sempre para pedir a mesma ajuda. Isso indica que não estão aprendendo como deveriam, ou porque não conseguem ou porque não querem.

Neste caso, mude a abordagem e veja se a pessoa conseguiu assimilar o que lhe ensinou. Do contrário, veja se esta pessoa não está apenas querendo uma muleta para se apoiar. É bem comum encontrarmos pessoas assim na vida. Até se consegue que ela aprenda alguma coisa ajudando-a, mas é provável que ela não esteja interessada.

Um outro benefício de ajudar é o da gratidão. As pessoas gratas pela ajudar que lhes foi dada tendem a querer retribuir. Dessa forma, você terá sempre alguém disposto a lhe retribuir um favor. Mas cuidado, não espere que as pessoas sintam-se comprometidas em lhe oferecer ajuda. Ajudar os outros não garante reciprocidade.

Meu nome é Lucio Antoniolo e eu sou mais um cara que acredita!

Sobre Lucio:
Lucio Antoniolo Lucio Antoniolo é formado em Ciência da Computação e é Analista de TI em uma empresa pública. Mesmo trabalhando com ciências exatas, prefere o complexo mundo das relações humanas. Gosta de viagens, filmes e tecnologia. É casado e tem um filho.
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