Sabe aquele relacionamento que nós nunca tentamos iniciar por julgar que a outra pessoa era muita areia para o nosso caminhão? Sabe aquele emprego para o qual nunca tentamos participar do processo de seleção por considerar estar além de nossas capacidades profissionais? Sabe aquela empresa que preferimos não abrir por achar que nunca daria certo? Todos esses projetos e sonhos não realizados, sequer tentados, possuem um único culpado, e este culpado somos nós mesmos.
Sim, somos os únicos capazes de nos impedir de realizar qualquer coisa, podemos portanto ser nossos maiores inimigos, nossos principais sabotadores, nos privando e anulando do melhor que a vida possa nos oferecer. Entretanto somos incrivelmente capazes de ver no outro, virtudes e capacidades quase sobre-humanas, idolatramos celebridades, intelectuais, esportistas ou mesmo simples colegas de trabalho, não digo que estes não sejam dignos de nossa admiração, apenas gostaria que fôssemos capazes de dedicar um pouco dessa a nós mesmos.
Nós também podemos ter sucesso, dinheiro, felicidade e tudo o mais que desejarmos. É lógico que eventualmente sofreremos uma derrota ou outra, mas essa só será definitiva se deixarmos de ser perseverantes. Ao invés de sermos nossos piores inimigos, nossos principais sabotadores deveríamos ser nossos melhores amigos e nosso principais colaboradores, agindo como uma empresa de marketing de nós mesmos, procurando enfatizar aquilo que temos de melhor e buscando aquilo que o mundo pode nos oferecer de melhor.
Portanto paremos de nos sabotar e de dizer para nós mesmos que não podemos, que não somos capazes, e que isso ou aquilo é demais para mim.
Ampliemos o tamanho e a importância do nosso ser, passemos a agir como senhores de nosso destino e não mais como servos dele, e se temos que acreditar em algo, que comecemos por nós mesmos.
Meu nome é Carlos Magaldi e acredito em meu potencial.
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Sobre Carlos Eduardo: Carlos Magaldi é formado em Ciência da Computação, Pós-Graduado em Finanças Públicas e atualmente cursa a faculdade de Ciências Econômicas, é interessado por Política, Economia e Relações Humanas de um modo geral. Gosta de ler bons livros e assistir a bons filmes. É casado e busca de forma incessante a evolução pessoal e profissional através do acúmulo de conhecimentos. |

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(Risos)
Se parar pra olhar de perto somos mais otimistas nos casos alheios. Quando é pra incentivar alguém que conhecemos colocamos ela no céu,falando que elas podem fazer de tudo… interessante seria ver uma situação em que no momento estivessemos falando algo ”otimista” para alguém os papéis se trocassem,quando tudo o que você estivesse a dizer pra ela fosse ela dizendo a você e você tendo as complicações que somente ela entende.
Realmente,em alguns casos,somos nossos próprios inimigos.
Voltar a uma visão egoísta é o caminho! Pensa em si como o tal e que pode tudo! (Risos)
Por que é tão fácil resolver os problemas alheios do que os nossos?
Abraço.
Walisson.
Obrigado pelo seu comentário Walisson, concordo plenamente com a sua colocação. Sim, somos mais otimistas nos casos alheios, e consciente desse fato, buscamos sempre imergir ao máximo no assunto e no sentimento abordado, pois acreditamos que apenas assim conseguiremos obter alguma cumplicidade de nossos leitores em realção a emoção tratada pelo texto.
Na maioria das vezes não somos nós que buscamos o assunto, mas o assunto é quem nos encontra. Quando falei de perda por exemplo eu havia acabado de perder um ente querido e tinha um amigo em estágio terminal de câncer no hospital. Já neste texto em específico, quando falo que somos nossos maiores inimigos, foi concebido devido a uma conversa com uma amiga minha, onde constatei que ao longo de toda a minha vida por muitas vezes eu havia escolhido a segunda opção, a pior escolha, por não me considerar merecedor do que a vida tinha de melhor para me oferecer.
Sempre buscamos abordar algum assunto que tenhamos vivenciado de alguma forma, pois consideramos ser muito difícil escrever sobre algo que não vivemos. Mas também é sempre muito difícil escrever sobre aquilo que vivemos, principalmente quando assumimos um compromisso em buscar um ponto de vista mais otimista para o problema abordado, principalmente quando nós estamos vivenciando tal problema. Neste caso acho que o segredo reside exatamente em se tornar outra pessoa, em seu melhor amigo, em seu maior conselheiro, e nesta posição falar aquilo que você mais precisaria de ouvir naquele momento.
Seu comentário foi muito importante, pois me fez refletir melhor sobre tudo isso, mais uma vez agradeço pela sua participação. Obrigado Walisson e um forte abraço.
P.S.: Visitei seu Blog “http://www.oquetemsobradodagente.blogspot.com/” e gostei muito, parabéns pelo bom trabalho.
Obs.: Desculpe se me estendi muito neste comentário, esse é um defeito que tenho que corrigir, é que me empolgo quando começo a escrever e penso que estou batendo um papo com a pessoa. Mas valeu meu amigo, um forte abraço para você!!!
Rsrsrsrs… Sem problemas, sr. Magaldi. Eu gosto de ouvir o que as pessoas têm a dizer, isso quando é algo sobre problemas, soluções, em si… vida. Eu estive realmente chateado com um colega meu dias atrás. Ele é um garato de 17 já entrando nos 18, ele já tentou suicidio, vive uma vida isolada, mal sai de casa e não gosta de si mesmo. Eu sempre vou visita-lo e converso bastante com ele, mas como eu disse, dias atrás eu fiquei extremamente chateado com ele porque percebi que as palavras que eu dirigia a ele não eram levadas em conta, era como se eu estivesse falando com as paredes. Logo eu falei pra ele que não iria mais visita-lo nem falaria mais com ele, porque sinto que ele é indiferente ao que falo. E por mais que eu fale e fale, não consigo fazer nada por ele, isso não é porque não tenho capacidade, isso porque ele não se deixa ajudar. E garanto a você que uso de todos os meios pra mostrar que o que ele pensa é errado e etc. Já falei tanto e tanto que não aguento mais e quando paro pra reparar o jeito e a atitude dele quando estou falando sobre as coisas pra ele, mais fico chateado, é como se eu tivesse falando com um morto. Simplesmente não aguento mais, disse também que não queria mais a presença dele, dizendo que a negatividade dele poderia ser prejudicial a minha pessoa. Podem me acusar de mal, dizer que eu não sei perdoar… mas aprendi uma coisa quando entrei aqui nesse site pela primeira vez… aprendi que tenho de abrir os olhos e perceber quando as pessoas estão abusando da minha boa vontade, ou seja, elas estão naquela de ”ah! ele perdoa.”. Já estão me vendo como um submisso. E eu não pretendo ser isso, se não quer me dar ouvidos, vou aqui e acolá umas vezes, se chego no meu ponto, não me toque, me deixe, pois ”preciso de espaço pra tranquilizar minha raiva por motivo da sua indiferença”, não sou de ferro, e agora que você sabe bem como se colocar no papel da vítima, reveja o que eu estava tentando fazer por você antes de vir me dizer que e não me importo como você se sente quando digo essas coisas.
Até hoje ainda não consigo administrar a raiva que me toma quando alguém fala mal do meu gosto musical. Não gosto mesmo quando criticam o que eu escuto. Eu já comentei pra minha tia, uma das pessoas que gosta de criticar, que não gosto disso, ela disse que tem de aceitar, e eu disse que aceitaria uma critica quando a pessoa soubesse o que estava, enquanto não, ficarei revoltado. Mas fico apenas com raiva, não xingo ninguém, não brigo nem nada, só fico na minha. Certo dia eu fui comentar umas coisas com ela, e eu com plena razão ainda tive de, no outro dia quando perguntei ao meu irmão o que ela tinha comentado após eu ter falado aquilo, aceitar que ela era a vítima da história, pois pelo que meu irmão me disse, ela fez o papel da vítima. Engraçado é… quando as pessoas vem pra te alfinetar é tão simples, quando você se defende e com razão, logo elas se colocam no papel dos coitados. Eu já tenho falado com algumas pessoas pra reverem isso, e tentar ver se realmente tem como reivindicar algo. Bem… agora fui eu quem falou muito, mas, também, gosto de falar muito.
Obrigado pela visita no blog… e confesso, já desmontei todo o meu blog… pois às vezes me pego muito imaturo no que escrevo, mas quando desmontei o outro eu salvei os textos, e de vez em quando os analiso pra ver o em que estou ”mal”, e assim vou complementando o meu conhecimento.
Se cuida, rapaz! Abração! Walisson.
Walisson, gostei muito de seu comentário, tanto que o lí duas vezes. Cara, você pode não acreditar no que vou te dizer agora, pode achar que é papo furado, mas eu lhe garanto que é a mais pura verdade quando eu digo: “Cara, eu te compreendo”. Não vivi exatamente a experiencia que você, mas passei por coisas bem próximas, que me levaram a experimentar os mesmos sentimentos. A revolta por usar de todos os meios para ajudar uma pessoa a sair do poço e ela continuar inerte as minhas palavras, mesmo que essas fossem capazes de fazer uma zebra enfrentar um leão. A raiva por não ter minhas opiniões e idéias aceitas, muitas das vezes nem ao menos respeitadas e isso por pessoas do meu maior apreço. E também a sensação, ou melhor, a clara percepção de abusarem da minha capacidade de perdoar. Me identifiquei muito com os seus problemas, por já ter passado, e por em alguns casos ainda passar por experiências similares. Eu não me atrevo a ter a resposta ou a solução para essas questões, e mesmo que as tivesse essas, devido a infinitas variáveis, poderiam ter tido êxito apenas em minha vida e não em uma outra, afinal nem tudo funciona como uma receita de bolo, não é mesmo?! Entretanto, como estamos aqui não para ensinar, mas sim para trocar idéias e experiências, tomo a liberdade de dividir meu ponto de vista sobre estes casos com você. Muito bem, vamos lá:
1). Quanto as pessoas que simplesmente parecem não reagir a nenhum estímulo, para saírem de uma depressão ou de outra situação caótica qualquer, isso me causava grande frustração, pois eu tentava de tudo para ajudar e as pessoas simplesmente permaneciam lá, na mesma. Chegava a ficar com raiva da pessoa por ela não reagir, mas foi apenas quando eu passei por situações de depressão e de caos, onde esperava por alguém com palavras de força e coragem para me motivar, e na maioria das vezes as palavras que me eram ditas não surtiam efeito, e outras vezes as palavras nem ao menos eram ditas. Somente quendo me ví no fundo do posso esperando por alguém que pudesse me resgatar, e os dias passavam e esse salvador não aparecia, somente alí percebi que independente de qualquer ajuda, que eu pudesse receber, cabia a mim e somente a mim, sair do fundo do poço. Nada havia de errado com as pessoas ou as palavras que tentavam me motivar, o que estava errado estava dentro de mim mesmo, confesso que até hoje tem dias que eu não sinto vontade de levantar da cama, abro os olhos e fico procurando um bom motivo para tamanho esforço, inúmeros bons motivos me surgem na mente, mas tem dia que nenhum deles é capaz de me motivar a simplesmente me levantar. Para esses dias eu guardo apenas um pensamento, o qual repito para mim mesmo até simplesmente me por de pé, pode parecer imbecil, mas eu simplesmente penso repetidas vezes “Eu não preciso de motivos, sou maior do que isso! Eu não preciso de motivos, sou maior do que isso! Eu não preciso de motivos, sou maior do que isso!”, pelo menos comio funciona. Resumindo, se é que isso é possível quando eu começo a escrever rsrsrs, é como dizem naquele filme “Mortal Kombat” (sim, acredito realmente que podemos tirar boas filosofias de qualquer lugar rsrsr!), bom, como diz no filme “Cada homem é responsável pelo seu destino”, o que vai na contramão do livro “O Pequeno Príncipe” que diz que cada um é responsável por aquilo que cativas, bom mas isso já é assunto para uma tese de mestrado “Mortal Kombat vs. Pequeno Príncepe”, cara isso dá um texto. Bom resumindo novamente, acho que temos o poder apenas de auxiliar no desenvolvimento de nosso próximo, não podemos portanto ser responsabilizados pelo total sucesso ou insucesso deste, mas em relação ao nosso, somos totalmente responsáveis. Por isso eu busco ajudar ao máximo a quem posso, me felicito e muito quando vejo alguém progredir com ou sem a minha ajuda, mas procuro manter em minha consciência de que apenas ajudei o responsável pelo resultado foi a outra pessoa e por isso não me irrito mais tanto com pessoas estáticas e dependentes, reservo minha fúria aos meus próprios problemas, ao menos é o que tento fazer;
2). Quanto ao fato de não aceitarem ou respeitarem minhas idéias e opiniões, isso já me deixou tão mal, mas tão mal, que cheguei a acreditar que eu estava errado, mesmo quando estava certo, cheguei a rir de piadas idiotas e preconceituosas só para seguir a maioria, cheguei a chamar de amigo pessoas que eu detestava e a frequentar lugares que eu odiava, ou seja deixei de ser eu apenas por buscar a concordância de terceiros, fui um completo idiota, mas não demorou muito para eu perceber isso, e olha que vejo pessoas passarem a vida seguindo pensamentos que não são os seus, simplesmente por aceitação, deixamos de ser nós mesmos com muita facilidade. Consciente disso hoje em dia eu assumo publicamente minhas convicções, sejam elas aceitas ou não pela grande maioria das pessoas, e não me preocupo mais se as pessoas irão gostar ou não das minhas idéias, gostos e opiniões, não as imponho a ninguém, mas também não permito que tentem me impor opiniões, idéias e gostos que eu não concorde, percebi que ao tomar esse tipo de atitude a primeira coisa que acontece é uma queda brutal no seu número de amizades, o que geralmente apavora muita gente que imediatamente retorna ao s velhos abitos, mas continuei perseverante e percebi que o meu número de amigos voltou a crescer, número este que talvez nunca volte a atingir a quantidade da época em que me comportava como uma maria vai com as outras, mas que excede e muito a qualidade dos amigos daquela época. Levando em consideração que os bons amigos, estes sempre irão ficar ao seu lado, mesmo que não ocncordem com você, sendo assim “respeito” é o verbo que devemos conjugar para conviver com nossas diferenças, e nossas diferenças são até bacanas quando não são exacerbadas ao ponto de gerar um conflito, seja ele familiar ou mundial.
3). Agora o abuso com a minha capacidade de perdoar é algo realmente problemático, você estava coberto de razão quando disse que tem gente que já conta como certo o nosso perdão, e se dá a liberdade de errar conosco quantas vezes quiser, cara isso é chato pacas, mas também pode ser resolvido. Tipo eu sou do tempo que pé de galinha não matava pinto, ou seja: que uma palmada levada da mãe ou uma cintada levada do pai não tornava ninguém um traumatizado, psicótico, mas essa é a minha opinião. O que quero dizer é que educação, comportamente, e gerado atravêz de recompensa e punição, se uma pessoa errar com você, não acho que vc tenha que dar mais 489 chances dela erra de novo com você, acho que de imediato ela deve perder a sua consideração ou dependendo do fato até a sua amizade por este erro, e deve ser conscientizada disso, tem que chegar pro cara e falar, fulano não gostei disso, disso e disso e por causa disso não vou mas ficar andando com você. Ai ele diz: Pô mais só por causa disso. E vê fala: Pode ser pouco pra você mas é importante pra mim. Ai ele pode pedir desculpa ou não. Mas independente disso você mantêm a sua posição, pois se algo vai te fazer reatar a amizade com aquele imbecil, digo amigo rsrsrsr, não deve se basear apenas em palavras, mas sim em atos que demonstrem o seu valor. Bom eu acho que é mais ou menos por ai, como eu já havia dito em ponto algum eu tô querendo ensinar alguma coisa a alguém, longe de mim este pensamento, é que as vezes palavras podem ser interpretadas pelo ouvinte ou leitor de forma diferente da que foi idealizada pelo seu autor, geralmente esse é o princípio de todos os conflitos rsrsrs, eu apenas desejei espor a minha opinião sobre estes pontos, por ter me familiarizado bastante com os seus sentimentos e percepções sobre eles. Essa apesar de longa e complicada foi a minha forma de dizer, que você não esta sozinho meu amigo, existem outros tão incompreendidos, furiosos, e desejosos de ajudar o próximo, evoluir pessoalmente e construir um mundo melhor assim como você. Conheço um grupo de homens, mulheres, jovens, idosos, vivos e mortos assim. Esse grupo é pequeno assim, este grupo é pequeno mas de extrema qualidade, a esse grupo chamamos de “Caras Que Acreditam”, do qual muito me orgulho em fazer parte.
P.S.: Me desulpe se escrevi alguma bobagem, não tive tempo de revizar, mas adorei o bate papo virtual. Forte abraço camarada !!!
Pow, man… você simplesmente extraiu provaveis palavras que poderiam ser escritas por mim, no caso do ”maria vai com as outras”. Acho que no mês passado (é que minha mente está fraca) eu comentei algo sobre o assunto, creio que aqui você encontra minha resposta, e olhando a data… Há 4 semanas que respondi essa pergunta, veja: http://br.answers.yahoo.com/question/index;_ylt=Aswizk1iNneeEe0VMxdo8U3I6gt.;_ylv=3?qid=20100129170658AAts1hD&show=7#profile-info-oOBiMv2saa
Simplesmente percebo que temos pensamentos afins.
Continuarei lendo outras publicações aqui no site quando possível. Agora estou morando com minha mãe e estou tendo pouco acesso à net, e por isso tenho demorado a respondê-lo.
”Obrigado” digo eu, ora! hahahaha…
Vou pensar no que me disse.
Obrigado pelo seu comentário Walisson, fico feliz que tenha gostado do que falei. Li o sua resposta no Yahoo e entendo perfeitamente a sua forma de pensar, que em muitos pontos se assemelha a minha. Sei bem que nem tudo aquilo que dizemos é facilmente compreendido pela maioria da pessoas, muitas vezes nossos pensamentos podem ser interpretados de forma incorreta, pelo simples fato de fugirem ao senso comum. Cabe a nós buscar administrar isso da melhor forma possível, com paciência, conhecimento e perseverança. Não podemos cair no erro de tornar as outras pessoas vilãs, ao menos não pelo simples fato de não conseguirem compreender aquilo que dizemos, devemos nos esforçar para nos fazer a cada dia mais claros em nossas opiniões, mais conscientes de quem realmente somos e mais tolerantes com os outros. Não podemos nos deixar levar pela fúria da incompreensão e da diferença, que levou a humanidade aos seus piores episódios de sua história. Se temos realmente uma forma diferenciada de pensar e agir, e se achamos que estes pensamentos distintos do senso comum possam ser úteis a nós e as pessoas ao nosso redor, então devemos usá-los e propagá-los pela hamornia e tolerância e não pelo conflito e imposição. Digo isso pois já conheci muitos jovens qeu assim como nós, tinham pensamentos diferenciados e que enxergavam além dos horizontes cumuns, mas que seguiram pelo caminho da revolta, por não serem compreendidos pela maioria das pessoas e ao longo do tempo, abandonaram suas posturas, crenças e ideais, para se tornarem indivíduos comuns, com pensamentos iguais e amplamente compreendidos por todos, mas para isso tiveram de deixar de ser eles mesmos. Por isso gostei bastante de sua resposta postada no Yahoo, pois nela você defende a idéia de que a pessoa não deve deixar de ser quem é simplesmente para ser aceita em um grupo social.
Hoje corrido, só passando pra agradecer a sua resposta!
Hoje tenho aula e tenho de fazer um bocado de coisa antes.
Então, quando eu puder entrar na net, estarei passando aqui pra ler.
Abração, para eu foi um enorme prazer bater esse papo aqui!
Espero voltar em breve.
Até.