
Sempre nos vemos diante de desejos que nos parecem difíceis de se concretizarem. Por vezes achamos que são complexos demais de realizar, que envolvem muito trabalho e condições especiais para ocorrerem.
Eu quero sonhar e viver como criança. Sem barreiras, acreditando que tudo é possível. Sentir a esperança percorrer todo meu ser, movendo-me para um futuro melhor, mais feliz. Desfrutar do prêmio que mereço, realizar a imaginação. Quero ser inocente, não tomar conhecimento das forças negativas. Desconhecer o fantasma assombroso do pessimismo, pois amo a beleza e apenas por ela me deixo envolver. Sua energia é minha eterna visão, força avassaladora que impressiona os incrédulos.
A autopiedade é como uma muleta quebrada, ela sempre te faz cair e tem pouca utilidade para quem precisa de ajuda. Imaginemos que os pássaros deixassem de voar pelo medo de cair do ninho ou, talvez, os leões parassem de caçar por terem falhado durante uma caçada. Suas vidas estariam seriamente ameaçadas e, provavelmente, de toda sua espécie também.
Quando seu inocente sorriso, manifesto de alegria, felicidade ou mesmo sua cruel e inteligente ironia incomodar alguém ao seu redor, tenha em mente que é possível que aquela pessoa simplesmente o considerou mais inteligente do que ela, e que tal sentimento é algo muitas vezes produzido por motivos inconscientes, alheios ao grande poder de percepção e inteligencia que tais pessoas possuem
Havia um alpinista que se sentia plenamente capaz, nenhuma montanha era suficientemente difícil para ele. Gostava de escalar sozinho pois achava que qualquer companhia lhe atrasaria. Certa vez ele resolveu realizar um escalada durante a noite. Sentia-se tão bem preparado que levou o mínimo possível e seguiu sozinho para a aventura. Escalou durante horas na noite cerrada a enorme montanha. Já estava sentindo o gostinho do sucesso mais uma vez, quando algo inesperado aconteceu. Como que num pesadelo, escorregou do paredão íngreme e começou a cair. Batendo nas rochas, sentiu um medo inimaginável e achou mesmo que fosse seu fim...

Sempre nos vemos diante de desejos que nos parecem difíceis de se concretizarem. Por vezes achamos que são complexos demais de realizar, que envolvem muito trabalho e condições especiais para ocorrerem.

A idéia, praticamente uma parábola, é referente à história do pato, sim o pato, aquele animal aparentemente desengonçado, que dizem andar mal, voar mal e nadar mal, exatamente por querer fazer de tudo um pouco. Por que não ser um peixe, para nadar com maior habilidade, uma lebre, para correr com maior destreza ou ainda uma águia para voar com maior graça. Por que ser um pato, que faz de tudo um pouco, e não um animal especialista em alguma atividade como os demais?

Certa vez, ouvi uma história, sobre uma cidade do interior onde era realizada uma das maiores festas caipiras de todo o país, considerada uma das mais tradicionais das ainda existentes, com direito à fogueira, balão, fogos de artifício, comidas típicas, danças tradicionais e gincanas, estas com as mais variadas disputas, dentre as quais a de maior destaque e que oferecia o maior prêmio era o desafio do “pau-de-sebo”, tarefa que consistia em subir em um poste de madeira com quase 5 (cinco) metros de altura e pegar uma sacola…

Ao lados dos amigos, os momentos felizes são mais intensos. Basta notar que sempre lembramos de chamar um amigo para ir a algum lugar especial, ou só para fazer companhia. Até mesmo ficar sem fazer nada é melhor ao lados dos amigos. Os amigos compartilham a alegria de suas vitórias e são eles que te ajudam a se levantar quando você cai.

O problema das decisões tomadas baseadas nas circunstâncias são a falta de visão do todo. Nem sempre o fato do seu chefe ter saído da empresa e você ser, teoricamente, o próximo da fila, garante que você ocupará o lugar dele. Assim como o fato de estarem demitindo todos à sua volta garante que você será demitido também.
Certa vez, um homem abnegado ao propósito do bem comum se revoltou com as pessoas a sua volta, pois via que elas exaltavam a mediocridade e criticavam o heroísmo. Heroísmo que por vezes ajudou a salvar tantas vidas, dentre elas a de muitos que agora o difamavam.
Mas o que configura o heroísmo? O que define [ Read More ]

Nem sempre alcançamos nossos objetivos plenamente ou os vemos muito distantes. E há pessoas à nossa volta que, muitas vezes, buscam coisas iguais, compartilham os mesmo desejos mas que, diferentemente de nós, os realizam. É aí que, as vezes, revelamos uma das piores faces do ser humano: a inveja.
O desejo não realizado frente a conquista do próximo faz brotar um sentimento cruel, que corroe o íntimo. O invejoso fica remoendo as vitórias dos outros, atormentado por não poder realizar seus próprios sonhos.

Tem gente que passa a vida inteira reclamando que não teve oportunidade, falando sobre como a vida é difícil e sonhando com uma vida melhor. Não que sonhar com uma vida melhor seja ruim, pelo contrário. Sonhar nos faz sintonizar em nossos pensamentos o que desejamos.
O problema está na reclamação, em como as palavras que dizemos se tornam verdade ao proferí-las com convicção. Muitos não entendem muito bem como funciona essa força, mas afirmam que realmente as palavras tem poder. Na verdade, não há nada de sobrenatural ou mágico nessa afirmação, nossos pensamentos são guiado por vezes pelo que costumamos dizer.
Aí é que está a maior parte dos problemas de nossas vidas. Se as palavras são como sementes que plantamos, que frutos você imagina que irá colher de uma árvore chamada “raiva” ou “amargura”?
Nas grandes metrópolis do Brasil a população é obrigada a se deslocar grandes distâncias de casa para o trabalho. Junte a isso os engarrafamentos e o transporte irregular e teremos longas horas improdutivas de milhões de pessoas.
Para não deixarmos de falar do lado econômico desse mal moderno, vejamos o impacto na vida de um trabalhador com salário de R$ 500,00. Se esse trabalhador mora a uma hora do trabalho, gasta duas horas de deslocamento por dia. Se trabalhar se segunda a sexta, terá gasto dez horas dentro de um ônibus, trem, metrô ou barca. Isso representa, no caso desse trabalhador, R$ 20,80 por semana, considerando que o valor de sua hora de trabalho é R$ 2,08.

Sabe aquele brinquedo que, quando criança, você importunou os seus pais para ganhar de presente de aniversário ou mesmo no natal?
Aquilo que parecia ser tão importante, a razão de sua vida e de sua felicidade, a sua motivação que o ajudava a ser uma pessoa melhor, passou a ser apenas uma “tralha velha” em seu armário.
É, mas por que se preocupar? Isso é coisa de criança. Afinal, hoje amadurecemos, somos adultos não usamos mais brinquedos… Será que não?
Aquele brinquedo que você sonhou durante dias e noites imaginando como sua vida seria mais feliz quando o tivesse.
É, aquele mesmo, pelo qual você se aplicou mais na escola para tirar boas notas, comeu legumes sem reclamar e se comportou melhor, apenas para provar que era merecedor dele.
Lembra quando você finalmente o recebeu, como foi maravilhoso?
Aquele deve ter sido um dos dias mais felizes de sua vida, certo?
E os dias que se seguiram, como foram felizes como você brincava com ele, como você contava os minutos para voltar da escola e poder estar com ele.
Mas o tempo passa, não é?