Conselhos

28 - abril - 2010
Autor: Carlos Magaldi

Palavras não mudam pessoas, elas não tem esse poder. Apenas as próprias pessoas possuem o poder de modificar suas vidas. As palavras, portanto, são simplesmente instrumento de motivação.

Alguns são mais propensos a aplicar o ensinamento passado pelas palavras do que outros. Enquanto alguns escutam, avaliam e empregam em suas vidas aquilo que consideram útil, outros, mesmo sendo concordantes com a palavra, se limitam a sua contemplação e propagação, mas na prática não a adotam em suas vidas.

O que o futuro nos reserva?

22 - julho - 2009
Autor: Lucio Antoniolo
Trabalho duro

Todos nós, em algum momento da vida, já refletiu sobre como estará nossa vida dentro de alguns anos. Para alguns de nós esta reflexão provoca grande angústia quando tentamos projetar o futuro baseado no que vemos no presente.
Relacionamentos tempestuosos, situação financeira instável, pouco crescimento profissional fazem com que baixemos nossas expectativas quanto ao que nos aguarda anos a frente.
É realmente difícil prever um bom futuro simplesmente olhando para o momento atual, mais difícil ainda se a vida está sendo dura conosco.
Então, como saber o que nos reserva o futuro?

Saia do porto

16 - maio - 2009
Autor: Lucio Antoniolo
Barco seguro no porto

Quantos de nós estão insatisfeitos com os rumos do relacionamento, da carreira ou da saúde e partem para a ação buscando reformar o que não lhes agrada?

Um barco está seguro no portoPor observação, percebo que a maior parte de nós costuma não enfrentar o que nos incomoda, fingimos não perceber aqueles quilos a mais, a carreira que não avança, o dinheiro que teima em faltar todo mês, a saúde que não melhora ou o casamento que vai de mal à pior.

Parece que os problemas precisam chegar a um nível insuportável para tomarmos providências a respeito.

O que muitos não percebem é que um pequeno problema pode influenciar negativamente toda sua vida. Aquilo que chamamos de “Paz de Espírito” é perturbado quando postergamos a solução dos problemas. É como uma pequena farpa no dedo: ainda que esqueçamos temporariamente dela, sempre voltaremos a nos lembrar quando a tocarmos sem querer.

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