Quando observamos um rio caudaloso que se choca ferozmente contra as rochas no caminho, não lamentamos a sua falta de sorte por não estar correndo num leito tranquilo. Ao invés disso, admiramos a sua força e determinação para vencer os obstáculos.
Então, por que motivo lastimamos os tropeços que damos no decorrer de nossas vidas? Por que aplaudimos somente as vidas monótonas que correm sobre leitos calmos?
















